O Comércio do Porto

Num período em que deixou de haver papel para a tinta correr, os jornalistas e demais trabalhadores de O COMÉRCIO DO PORTO encontram neste espaço a via para o exterior, por forma a manter viva a alma do jornal mais antigo de Portugal continental. Envie as suas mensagens para comercio151@hotmail.com

quarta-feira, agosto 10, 2005

Jogadas

Passou mais um dia em que na papelaria da minha zona. Vou rectificar isto: numa das dezenas de livrarias dessa fantástica Leça da Palmeira não estava o Comércio. Esse mesmo, que tinha uma cara tão bonita e onde um dia consegui fazer um título que correu mundo: Al Gore ou nunca (pelo menos a CNN abriu um noticiário com isso). O Toneca não gostava destas merdas, ria-se e encolhia-a os ombros, rematava sempre com qualquer coisa do género « se te faz feliz», e virava costas para fazer a primeira página nos dias em que o Rebelo não estava para assobiar até nos desesperar dos ouvidos enquanto maquinava aquelas manchetes um bocado pimbas, é verdade, mas o Emanuel também vende discos pra caramba.

Percebe-se pelos escritos neste blog que a Redacção começa a ficar entregue às paredes. A realidade é violenta. Conseguiram destroçar algo que era muito mais do que um jornal... Uma casa cheia de sentimentos, porque é possível haver sentimentos num jornal, em alguns pelo menos, ou se calhar em todos.

A Patrícia está sozinha. Em nome da boa amizade, é justo que se diga que a Patrícia percebia muito de basquetebol. Foi ela, aliás, quem desenhou a última grande jogada do Chelsea com o Arsenal. Ou será que isto foi no futebol? Não interessa, todas as Tichas percebem de básquete, a Carvalho e a Penicheiro, grande amiga cá do je.

Não sei onde anda o Vinha, mas um dia conto-vos como ele não descobriu a foca no Jardim de Arca D'Água. Talvez no jantar de amanhã se houver muitos pedidos. Este blog tem um problema: não se consegue ouvir as vozes, porque essa Maria João leite deleita-me com aquela voz de Maria Zilda.

Parabéns Ana Cristina. Um dia ainda te vou marcar um serviço nas profundezas da cidade do Porto para fazeres um Primeiro Plano.

Carlos Pereira Santos

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