O Comércio do Porto

Num período em que deixou de haver papel para a tinta correr, os jornalistas e demais trabalhadores de O COMÉRCIO DO PORTO encontram neste espaço a via para o exterior, por forma a manter viva a alma do jornal mais antigo de Portugal continental. Envie as suas mensagens para comercio151@hotmail.com

quarta-feira, agosto 03, 2005

1990-1992

Foram os anos que trabalhei no Comércio do Porto, na Baixa do Porto, no Centro do Porto, no edifício do extinto Clube da Palhinha.

Mas não é só o Clube que está extinto: a Baixa morreu, mas continua a ser amada; o Centro do Porto mudou-se não se sabe bem para onde, mas hei-de encontrar. Ou havemos.

O Comércio do Porto não há-de morrer.

Contribuirei, como sempre, com a compra da edição diária.

Na época trabalhei no DIP (Departamento de Iniciativas e Promoções).

Não foi fácil. Nunca é. Mas não desisti. Saí para crescer. E cresci.

Coragem.

Quem viveu e vive no Comércio do Porto, conhece uma frase dita por um amigo bombeiro, de farto bigode: “Não sei o que tenho. Só me apetece chorar.”

José Mendes Miranda